sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Conheça o novo tratamento eficaz contra a inflamação articular

Como as muitas pessoas que têm artrite vão testemunhar, é uma condição que pode ser extremamente dolorosa. O termo artrite, que significa literalmente inflamação das articulações, produz dor excruciante devido a ser o inchaço ao redor das articulações. Há uma variedade de tratamentos disponíveis para a artrite, no entanto uma opção específica provou ser extremamente popular, que é um analgésico novo e revolucionário, que oferece não apenas o alívio da dor, mas também neutraliza a inflamação que causa a dor. Este analgésico novo e inovador Provailen. É uma fórmula de três ingredientes naturais e seguros que, quando combinado oferecer naturais propriedades anti-inflamatórias, bem como aumentar o fluxo sanguíneo, que garante os ingredientes relevantes contidos nos suplementos são absorvidos rapidamente e eficazmente.
A dor constante de inflamação que é típico de artrite, infelizmente, afeta milhões em uma base diária. Formas tradicionais de tratamento da artrite, incluindo analgésicos, se a prescrição com base ou no balcão, apesar de oferecer alívio também vêm com efeitos colaterais inerentes especialmente quando utilizada a longo prazo. É por isso que muitos optam por usar uma forma natural e segura de tratamento anti inflamatórios inflamação conjunta, que também tem a vantagem de oferecer alívio da dor. Provailen é essa solução.
Este analgésico engenhosa utiliza três ingredientes naturais, Reishi extrato, Tongkat Ali e capsaicina, que têm os seus próprios benefícios exclusivos, no entanto, quando colocados juntos oferecem alívio duradouro. Uma das vantagens inerentes do produto é o fato de que ele oferece, em muitos aspectos uma cura artrite em tanto que ele pode ser tomado indefinidamente, sem quaisquer efeitos secundários devido ao fato de que é feita a partir de ingredientes puramente naturais.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Governo fecha parcerias para produção de remédio para a Artrite

Os Laboratórios públicos farão em parceria com setor privado vão produzir quatro medicamentos considerados estratégicos pelo governo brasileiro: dois para tratamento de aids, um indicado para Mal de Parkinson e outro desenvolvido para tratamento de pessoas com artrite reumatoide. Pelos cálculos do Ministério da Saúde, o acordo poderá trazer uma economia de R$ 700 milhões para cofres públicos nos próximos cinco anos.


A expectativa é de que, neste período, o Brasi se torne autossuficiente para produção das drogas. As parcerias anunciadas hoje integram uma estratégia adotada há dois anos pelo governo. Nesse período, foram realizadas 24 parcerias público-privadas na área de saúde - acordos que permitem a produção de 29 produtos estratégicos.

Um dos remédios que passarão a ser produzidos no Brasil é o Atazanavir, usado para pacientes com aids. A droga será desenvolvida pelo laboratório Farmanguinhos, em parceria com a Bristol. Outro remédio indicado para pacientes com HIV, o Raltegravir, será produzido pelo Laboratório Farmacêutico de Pernambuco, Merck Sharp &Dohme e Nortec. O terceiro é o Pramipexol, indicado para Parkinson. Um projeto de pesquisa será desenvolvido, ainda, pelo Instituto Vital Brazil e Pharma Praxis, para produção do Adalimumabe, usado no tratamento de pessoas com artrite reumatoide.

"Temos de ter foco no resultado. São produtos estratégicos, temos de acertar", afirmou o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha. Ele afirmou que a intenção do governo é reforçar esse tipo de parceria, feita com base sempre na lista de produtos considerados prioritários pelo governo. Gadelha adiantou que a lista deverá ser atualizada em breve.

O diretor presidente em exercício da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, anunciou a criação de comitês, formados por integrantes da agência e do ministério, responsáveis pelo acompanhamento do processo de desenvolvimento de novos medicamentos. Ao todo, serão sete grupos, todos atuando em laboratórios oficiais.

"A intenção é tornar todo processo de registro mais ágil", contou Barbano. A experiência já foi adotada na Fiocruz, durante o desenvolvimento do Efavirenz, antirretroviral cuja licença compulsória foi decretada pelo governo brasileiro. "Com acompanhamento, todo processo foi ágil. Um dia depois de o laboratório confirmar que produto estava pronto para venda, o registro na Anvisa foi feito".

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Álcool reduz intensidade de artrite reumatoide, aponta estudo

O consumo de álcool pode reduzir a severidade dos sintomas de artrite reumatoide, conforme aponta estudo de cientistas da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, publicado na noite desta terça-feira (27) no conceituado jornal Rheumatology, da Universidade de Oxford.

Liderados por Gerry Wilson, professor de reumatologia em Sheffield, os pesquisadores estudaram os dados fornecidos por 1887 pessoas. O grupo de pacientes com a doença teve 873 participantes e os restantes 1004 integraram o controle da experiência, sem apresentarem sintomas da artrite reumatoide.

Perguntados sobre quanto haviam bebido no mês anterior à inclusão no estudo, os participantes responderam a questionários detalhados, passaram por exames de raios-x e de sangue e tiveram as articulações analisadas por uma experiente pesquisadora e enfermeira.

Análise dos dados

Wilson contou com o apoio do professor James Maxwell, membro do Academic Rheumatology Group da Universidade de Sheffield. O especialista afirmou que os pacientes consumidores frequentes de álcool apresentaram sintomas menos intensos na comparação com portadores da doença abstêmios, que bebem pouco ou de forma inconstante.

"Exames de raios-x mostraram articulações menos danificadas, testes de sangue informaram sobre níveis menores de inflamação e os pacientes que bebem regularmente também reclamaram menos de dores nas juntas, inchaço e deficiência física", diz Maxwell.

Os cientistas também descobriram que abstêmios são 4 vezes mais propensos a desenvolver artrite reumatoide do que pessoas que bebam álcool em mais de 10 dias por mês. O risco de contrair a doença diminuiu em proporção com o aumento da frequência no consumo.

"Os dados corroboram estudos anteriores que já apontavam para o decréscimo da suscetabilidade para o desenvolvimento da doença entre pessoas que bebam regularmente", explica o especialista.

Motivos

Ainda é desconhecido o motivo do efeito do álcool em relação à artrite reumatoide. "Há evidências que o álcool suprime a atividade do sistema imunológico", afirma Maxwell. "Mudanças no sistema de defesa do corpo que levam à artrite reumatoide acontecem meses ou até anos antes do desenvolvimento da doença."

O especialista diz que uma explicação possível para a diminuição na severidade dos sintomas estaria nos efeitos anti-inflamatórios e analgésicos do álcool.

Os pesquisadores destacam que outros estudos são necessários para confirmar o trabalho da Universidade de Sheffield e também para investigar os mecanismos pelos quais o álcool age no combate à doença.

Outra limitação está no fato da pesquisa ter trabalhado com dados sobre a frequência do consumo. O volume de bebida ingerida não foi levado em conta nos dados avaliados pelos cientistas britânicos.

domingo, 25 de julho de 2010

Doentes com artrite reumatóide pedem novos aparelhos para tratamentos

A maioria dos doentes com artrite reumatóide não está satisfeita com os actuais aparelhos de auto-administração subcutânea de medicação, revela um estudo divulgado em Roma na reunião da Liga Europeia Contra a Artrite Reumatóide.
Entre 80 a 90 por cento dos participantes indicaram, pelo menos, um aspecto negativo da auto-administração, refere o estudo RAISE, que foi desenvolvido para obter uma melhor compreensão das preocupações destes doentes com a utilização destes aparelhos.

Apesar de mais de metade dos doentes considerar os aparelhos auto injectáveis fáceis de utilizar, mais de um terço admitiu não saber se o tratamento é administrado de forma correcta

Segundo o estudo, 36 por cento dos doentes questionados indicaram sentir dor e vermelhidão no local de injecção, 10 por cento admitiram falhar uma toma por causa da dor. Além disso, 10 por cento dos doentes já pensaram falhar um tratamento pela mesma razão.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Estudo comprova eficiência de novo tratamento utilizado no combate da artrite reumatóide

Repetição do tratamento a cada seis meses traz melhores resultados


Um recente estudo divulgado durante o último congresso do American Insitute of Reumathology (ACR), realizado em Filadélfia, nos EUA, apresentou que o uso da substância rituximabe(MabThera®) a cada seis meses pode trazer um controle melhor da artrite reumatoide, e em alguns casos, a remissão dos sintomas da doença. Pacientes tratados com múltiplas aplicações de rituximabe obtiveram melhora contínua dos sintomas, demonstrando a eficácia do uso do medicamento em longo prazo. O estudo acompanhou 850 pacientes durante três anos e comprovou que, a cada novo curso do tratamento, mais pacientes alcançavam a remissão da doença.


Além disso, os pacientes que participaram da pesquisa demonstraram melhora na condição física e melhor controle de danos articulares quando comparados aos que não receberam MabThera® (rituximabe), nome comercial do medicamento. De acordo com o estudo, melhores resultados são alcançados quando a utilização ocorre de forma sistemática a intervalos de seis meses.


Se não tratada, a doença causa danos às articulações que podem impedir o paciente de realizar suas atividades cotidianas, como vestir-se, andar, segurar um copo e até mesmo se levantar da cama pela manhã. Uma vez instaladas, as deformidades nas articulações são irreversíveis e levam a comprometimento funcional. Por isso, o diagnóstico correto e precoce da doença é importante para que o tratamento adequado tenha chance de prevenir que a vida do paciente fique comprometida pelos problemas causados pela doença.


A artrite é uma doença autoimune crônica, caracterizada principalmente por inflamação das articulações mas também por sintomas sistêmicos, como fraqueza e anemia. A doença, que por enquanto não tem cura, atinge 1,5% da população mundial e é mais comum nas mulheres entre 30 e 50 anos de idade.